Bem esse foi um daqueles jogos que sempre tive a vontade de
testar, o primeiro Crysis é considerado o jogo que usa o potencial do
computador para roda-lo, e toda vez ao se referir a um computador que rode
vários jogos sempre surgia àquela pergunta “mais roda Crysis?”, afinal é o tipo
de jogo que foi feito para ser jogado no computador porque seus gráficos são o
grande chamativo do jogo, e como eu nunca tive um PC bom para conseguir uma
façanha dessas então só me restava a vontade mesmo =(, mas depois que consegui
o meu PS3 e o Crysis 2 perdeu essa exclusividade com o PC e foi lançado para o Xbox
360 e o PS3, então tive que testar esse coisa linda *-*.
História:
Um vírus acaba sendo espalhado no planeta e acaba transformando
Nova York em um verdadeiro cenário de guerra com muitos conflitos acontecendo, e
ainda ocorre a chegada de uma invasão alienígena que começa a destruir o
planeta. Agora você é a ultima esperança da humanidade para trazer o que sobrou
da cidade.
Sobre:
Como eu já tinha falado, nunca tive um PC bom e por isso era
apenas um sonho que eu fosse conseguir jogar Crysis, só que mesmo surgindo
depois uma versão do jogo para os consoles, ainda assim eu fui jogar o segundo
sem ter jogado seu antecessor, mas mesmo assim eu fui pesquisar sobre toda a
história do game, então essa introdução que vocês viram é algo extremamente
básico pelo fato de que seria spoiler eu me aprofundar mais. Bem, Crysis foi um
daqueles jogos que criou uma legião de fanboys, já que foi o jogo que acabou
chamando muita atenção no PC e fez os caras descerem o cacete nos consoles,
dizendo que nunca um console seria capaz de rodar Crysis, e ai surgiu essa briginha
de também mostrar que Crysis nada mais é que gráficos e que o resto é uma
droga, mas e ai surge o crysis 2 e que seria lançado para consoles, e ai pronto
fudeu tudo O_O... Foi uma verdadeira choradeira dos fãs que não queriam perder
um exclusivo, e que pelo fato de ser lançado para consoles os gráficos seriam
inferiores para não ficar uma grande diferença entre as plataformas (pelo menos
não inicialmente), só que eu não me importei com isso, afinal foi assim que
consegui jogar hehehe.
A primeira coisa que já lhe chama a atenção no game são seus
gráficos, que apesar de não ser o mesmo para as versões de PC ainda assim estão
maravilhosos, é incrível ver as partículas de fogo, das balas e as destruições
no cenário, eu diria que foi até o melhor gráfico que já vi no console. Mas é
claro que um game não vive apenas de gráfico, e por isso a jogabilidade do game
é outro ponto extremamente bom, pois você é capaz de fazer grandes saltos, ativar
a armadura para proteger contra tiros, correr em alta velocidade, ficar invisível,
e arremessar os inimigos e objetos do cenário com uma grande facilidade e graça
a sua nanosuit, e isso acaba sendo uma das características do jogo, já que toda
a sua mecânica vai partir do manuseio dessa roupa, e isso para mim acabou sendo
muito divertido porque foi a experiência mais próxima que tive de Gantz Uahahaha.
Em crysis você pode muito bem decidir como vai querer passar pela fase, já que
existe como avançar sem matar ninguém, matando furtivamente ou até mesmo tacar
o foda-se e avançar atirando para tudo quanto é lado Ò_Ó, e isso acaba sendo muito
interessante e te da a liberdade de usar a armadura e de dar upgrades nela ao seu estilo de combate, e mesmo com tantas possibilidades para se usar na armadura você não deve abusar dela porque ela tem uma barra de energia que diminui de acordo com cada ação, então quando perceber que a energia vai acabar é melhor se esconder e esperar recarregar, e cada ação da roupa acaba diminuindo bem mais a energia, como por exemplo se você quiser sair correndo invisível, isso faz com que em questão de poucos segundo a energia da sua roupa vá pro saco '-', por isso para cada meio que você utilizar será uma estratégia diferente,
por exemplo, você pode ficar invisível e matar os inimigos silenciosamente, e
até chegar a um ponto que você decida jogar uma granada e matar vários inimigos
de uma só vez, e ai quando todos já estiverem olhando para você, basta correr
com a armadura ativada para cima deles è_é. E essa jogabilidade não se refere
apenas à roupa, mas também as armas do jogo, porque todas elas têm a opção de
vocês customizar, sendo assim você pode colocar miras de curto a longo alcance,
colocar algum equipamento como um lançador de granadas, e pode deixar a arma
com silenciador, e tudo isso a qualquer momento do jogo então caso você queira
ir para um combate mais direto basta colocar acessórios para esse tipo de
situação, e além das armas convencionais existem armas alienígenas e estas são
capazes de fazer um grande estrago mas não podem ser customizadas.
Agora eu achava que o game era quase um mundo aberto,
achando que existia uma grande área que você tinha que ir de um ponto ao outro e
que você decidiria como fazer isso, só que ele é dividido em fases, e cada fase
é linear mas os locais são bem abertos e isso que dá a possibilidade de
escolher como avançar, e são nesses momentos que é bom usar o binóculos para
vasculhar a área, já que além de revelar os inimigos você pode descobrir pontos
estratégicos, como uma metralhadora fixa, algum veiculo para usar ao seu favor,
e algumas entradas pelo esgoto para uma fuga rápida. E a inteligência artificial
dos inimigos é muito boa, quando percebem algum companheiro morto eles ficam
mais alertas e começam a se espalhar, quando começa um tiroteio eles buscam
sempre lhe flanquear, e eles acabam chamando reforços também, e isso vale tanto
para os inimigos humanos quanto para os alienígenas só que a diferença é que os
aliens eles vem para cima e nunca em linha reta, eles fazem um zigue-zague para
lhe atacar o que é muito foda O_O.
E a história é algo que eu realmente não esperava nada e
acabou me surpreendendo, no game você consegue perceber a história avançando e não
fica aquela coisa monótona, entretanto talvez pelo fato de eu não ter jogado o
primeiro, eu não senti muita carisma pelos personagens apresentados, já que
normalmente eles acabaram aparecendo apenas para apresentar alguma coisa e só, e
outro fato da história que eu não gostei é que ela é muito corrida nos últimos momentos
como se fosse para lhe deixar muito interessado, só que o resto acabou ficando
muito seco, então a história só vai lhe deixar empolgado mesmo quando estiver
próximo do final.
O jogo também tem multiplayer que envolve todos os modos que
já são de costume, e é realmente bom para se passar um tempo, para aqueles
momentos que você quer sair um pouco da campanha e dar uma variada em outra
coisa, ou seja, ele é apenas bom e divertido, e talvez demore para conseguir
pegar a pratica durante a partida, mas nada que algumas surras não resolvam
para você se espertar O__O.
É engraçado como as pessoas tem uma falsa impressão do jogo,
achando que ele se trata apenas de mais um fps com o diferencial dos gráficos,
só que ele vai bem além, já que eu consegui me divertir com ele muito mais do
que qualquer outro fps, como Call of Duty e Battlefield, apesar de esses serem
jogos focados no multiplayer, mas são exemplos de jogos convencionais que
trazem a devida diversão para o multiplayer e não para a jogabilidade em si, e
por isso Crysis acabou me chamando a atenção, pois mesmo não sendo ao todo um
jogo marcante, mas ele consegue transmitir uma sensação de você ser realmente
aquele personagem que é a única escolha da humanidade.



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